Sábado, Novembro 07, 2009
Quarta-feira, Novembro 04, 2009
Autos
Bom, mas pelo menos fica tudo resolvido... uns 400€ depois.
Terça-feira, Novembro 03, 2009
Quarta-feira, Janeiro 07, 2009
Revista Autor
A minha escolha recaiu sobre o artigo 23º que diz o seguinte:
Artigo 23.º
1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a
condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o
desemprego.
2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho
igual.
3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que
lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade
humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção
social.
4. Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se
filiar em sindicatos para defesa dos seus interesses.
Depois da conferência, os oradores foram convidados a publicar as suas comunicações na revista Autor, que os colocou disponíveis online no início de Janeiro.
Convido todos a espreitar esta publicação virtual e, claro, o meu artigo com o nome: "Precariedade: o Direito ao Trabalho no Séc. XXI".
Sexta-feira, Outubro 03, 2008
Quinta-feira, Julho 31, 2008
Obituário
Terça-feira, Maio 13, 2008
Trocado em miúdos
Para quem pensa que a política não é uma ciência exacta, aconselho uma visita à página do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) e ao programa 2007-2013. Mais exactamente entre as páginas 125 e 127, estão todas as medidas políticas que este Governo vai anunciar a conta-gotas, consoante a disponibilidade mediática. Gosto particularmente dos números redondos - 40%, 50%, 20% - e dos títulos dos programas – «Aumentar a Eficiência da Governação»; «Garantir a Coesão Social». Ao mesmo tempo, e depois de ter passado as últimas semanas em conferências europeias e «transnacionais» em Lisboa, começo a perceber a admiração que a Europa tem por Sócrates. A estratégia é simples, pelo menos dois elementos do Governo por conferência e a mesma explicação entusiástica dos números, sempre ilustradas por metáforas de gosto duvidoso como aquela que ontem ouvi de uma alta responsável pela modernização da Administração Pública. Dizia ela que a Administração Pública do futuro não era uma orquestra dirigida por um maestro, mas um sexteto de Jazz que exigia improvisação de todos os músicos. Pois bem, apesar de gostar muito de Jazz, no que toca ao Estado continuo a preferir música de orquestra…




